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caderno do Professor _ Na Ponta da Língua

A RELAÇÃO PROFESSOR ALUNO E O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

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A RELAÇÃO PROFESSOR ALUNO E O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM


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do Professor _ Na Ponta da Língua

Description

Fernanda Costa | Luísa Mendonça

Na Ponta da Língua Língua Portuguesa | 6

CADERNO DO PROFESSOR

Testes de compreensão oral

Testes de compreensão escrita

Construção de textos

30 e 31

Notas 1

Todos os materiais deste caderno destinam-se a ser fotocopiados,

na totalidade ou parcialmente,

conforme a actividade proposta

As actividades das páginas 16 a 25 podem ser realizadas nas aulas de Língua Portuguesa ou de Estudo Acompanhado

Várias das actividades propostas podem ser realizadas individualmente,

em pequenos grupos de trabalho ou colectivamente

Teste de compreensão oral

COMO NASCERAM AS ZEBRAS

ISBN 972-0-90728-2

Execução gráfica: Bloco Gráfico,

António Mota,

Abada de Histórias,

Desabrochar,

° ano – Caderno do Professor

Há muitos anos,

na grande e famosíssima cidade de Correquelogodormes,

havia uma avenida tão comprida que só com binóculos se via onde começava

Os cocheiros gostavam muito dessa avenida porque os cavalos andavam ligeirinhos,

e os clientes chegavam num instante onde queriam chegar

E os que andavam a pé não gostavam nada

Atravessar a avenida da cidade de Correquelogodormes era uma grande aventura

E às vezes havia atropelamentos

Um dia o Anastácio Inventor,

muito conhecido no sítio onde morava,

arranjou forma de atravessar com calma e com segurança a larga avenida

Que é que ele fez

? Pegou na zebra que tinha em casa e mandou-a parar no meio da avenida

Os cavalos,

E o Anastácio atravessou a avenida,

todo sorridente para os cocheiros,

E a moda pegou

Quem tinha zebra levava-a para o trabalho,

às compras,

à escola e ao teatro

Mas nem tudo correu bem

O presidente da cidade de Correquelogodormes ficou muito preocupado

É que as zebras comiam tudo o que era verde,

e os jardins estavam a ficar carecas

O presidente andou um mês a pensar no problema

E um dia mandou anunciar que as zebras estavam proibidas de andar na cidade de Correquelogodormes

Para que não houvesse protestos mandou pintar zebras em muitos sítios da avenida

Mas como havia pouca tinta,

os empregados só pintaram as riscas

Toda a cidade ficou satisfeita

E é por isso que ainda hoje há zebras nas estradas e avenidas de todo o mundo

Mas ninguém se lembra do Anastácio Inventor

Que grande injustiça

Avaliação

Professor(a)

Título do texto ouvido:

Como nasceram as zebras Indica se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmações:

Esta história passou-se numa cidade pouco conhecida chamada Correquelogodormes

Nessa cidade havia uma enorme avenida

Aí transitava-se facilmente e,

todos os habitantes gostavam daquela avenida

Um dia,

o Anastácio Inventor descobriu uma maneira de atravessar a avenida com calma e segurança

Levou a zebra que tinha em casa para o meio da avenida

Quando os automobilistas a viram,

ficaram surpreendidos e todos pararam

A partir desse dia,

muitos habitantes decidiram andar de zebra para todo o lado

Então,

como as zebras destruíam os jardins,

Anastácio Inventor ficou preocupado e foi falar com o presidente da cidade

Ao mesmo tempo,

o presidente mandou pintar várias zebras na avenida

Para terem menos trabalho,

os empregados só pintaram as riscas

As pessoas protestaram,

Desde então,

pintaram-se zebras nas estradas e avenidas

Quanto a Anastácio Inventor,

ainda hoje é recordado como o inventor das zebras

Este conto narra a forma como nasceram as passadeiras de peões

° ano – Caderno do Professor

Este decidiu proibir as zebras de andarem nos jardins

Teste de compreensão oral

A CANETA ZITA

Inácio Pignatelli,

O Pastor de Nuvens e Outras Histórias,

Verbo (texto adaptado e com supressões)

° ano – Caderno do Professor

Estava na montra da loja

Ali posta na vitrina,

bem encaixada no seu estojo de veludo vermelho,

A tampa prateada lançava reflexos de cada vez que as luzes do reclamo luminoso bem por cima da porta da entrada se acendiam

Ora uma tarde de chuva,

parou um senhor bem-posto de grandes bigodes junto da montra

Olhou um bom bocado e por fim entrou na loja e dirigiu-se ao balcão

– Queria uma caneta – respondeu o senhor –,

Vieram os dois até junto da montra a conversar e a canetinha foi prestando atenção à conversa

Sentiu que o empregado pegava nela e,

quando a destampou para examinar o aparo,

ouviu distintamente o senhor bem-posto repetir: – O que é preciso é que escreva bem – e pegando nela escreveu várias vezes o nome num papel

Depois,

o empregado fechou o estojo e ela sentiu que a embrulhavam num papel

Muito mais tarde,

já em casa do senhor bem-posto foi desembrulhada

Era uma casa bonita de móveis agradáveis,

mas o que mais encantou a canetinha foram as crianças,

Então ele pegou nela e entregou-a ao João

aqui tens a caneta para o exame de amanhã – disse ele

! Já percebi – pensou a canetinha –,

é então por isso que é preciso escrever bem

Um exame é sempre um exame,

!” E de facto era uma coisa importante,

como ela verificou no dia seguinte,

quando o João a levou com ele para a escola

Um senhor com ar de autoridade,

fez a chamada em voz alta à porta da sala

Depois,

todos os alunos entraram na sala e ocuparam o seu lugar nas carteiras

O professor veio entregar uma folha branca a cada um e outra escrita à máquina onde estavam as perguntas

Deu a volta à sala sempre com um arzinho um pouco grave,

e por fim disse: – Podem começar

Ora aí,

segundo verificou a caneta Zita,

é que começou o suplício do João

Ela via-o nervoso a ler e reler as perguntas

De vez em quando pegava nela mas voltava a pousá-la

Coçava a cabeça,

parecia mesmo não saber o que fazer

Gostava muito de o ajudar,

E não podia,

pois uma caneta escreve só aquilo que o dono quer que ela escreva

Foi esta a história que,

quando fui a casa da Anica a caneta Zita me contou,

pedindo ao mesmo tempo para eu explicar aos leitores que uma caneta que se preza escreve aquilo que lhe mandam e,

não pode substituir a falta de estudo ou os erros do seu dono

Aqui fica dito

Avaliação

Professor(a)

Título do texto ouvido:

A caneta Zita Escolhe as afirmações correctas: 1

A caneta Zita encontrava-se a

à Anica

na vitrina do balcão de uma loja

Um senhor passou pela loja e

A caneta foi oferecida para a

permitir que o João fizesse um bom exame

O senhor tinha a

Ele pediu ao empregado uma caneta n – Na Ponta da Língua,

° ano – Caderno do Professor

O senhor entregou a caneta

Para decidir,

Durante o exame,

obrigou o João a ler e reler as perguntas

não pôde fazer nada pelo João

A caneta deixou um recado aos leitores: a

uma caneta só escreve aquilo que lhe mandam

uma boa caneta pode ajudar-nos nas dificuldades

deve-se escolher uma boa caneta para um exame

A caneta Zita foi levada para uma casa a

Teste de compreensão escrita 1 Lê o texto em silêncio e responde às perguntas que se lhe seguem:

A HISTÓRIA DE ARACNE

Os Meus Primeiros Mitos Gregos,

Bertrand Ed

° ano – Caderno do Professor

Aracne estava sentada ao seu tear,

tecendo maravilhosos padrões de fios brilhantes

Sorria enquanto trabalhava e cantava uma pequena canção alegre

Vinham pessoas da aldeia dela e de todo o país para admirarem as coisas bonitas que esta rapariga tecia

Aracne adorava ouvi-las dizer que habilidosa que ela era,

– Eu sei tecer padrões melhores do que até a própria deusa Atena – vangloriou-se ela ao falar com uma mulher idosa

Atena pode ouvir-te – sussurrou a mulher

– Não me importa que ela ouça – disse Aracne em voz alta

Ora toda a gente sabia que era muito perigoso falar dos deuses e das deusas

Se ouvissem alguma coisa que não lhes agradasse,

podiam pregar partidas desagradáveis às pessoas

Nesse momento,

Atena apareceu à porta da casa de Aracne

A rapariga,

levantou-se de um salto e ajoelhou-se perante a deusa da tecelagem,

erguendo orgulhosamente o olhar para ela

– Parece que te ouvi falar no meu nome – disse Atena

– Vim ver as tuas tapeçarias

mas a sua voz era tão gelada que todos os que estavam a observar fugiram,

Atena olhou para a peça que estava a ser tecida no tear

– devo admitir que o teu trabalho é muito bom

– Serias capaz de fazer melhor

– Veremos – respondeu Atena

Atena e Aracne lançaram-se ao trabalho nos seus teares,

Usaram os fios mais brilhantes e os padrões mais originais

Finalmente,

as duas peças estavam terminadas

Tiraram-nas dos teares e colocaram-nas no chão,

Todos vieram admirá-las e tentar decidir qual era melhor

Em silêncio,

Atena olhava as duas tapeçarias maravilhosas

E gritou de raiva

Embora nunca o admitisse,

ela via que a tapeçaria de Aracne era melhor do que a sua

Agarrou-a e rasgou-a de alto a baixo

– Uma vez que és tão habilidosa a tecer – gritou ela a Aracne,

e ninguém jamais quererá o que tu teceres

! Tocou levemente no ombro de Aracne

A rapariga caiu

Perante o olhar horrorizado de todos os que assistiam,

ela encolheu e enrugou-se até se tornar uma pequena mancha negra,

cresceram-lhe oito patas e fugiu para um canto escuro

Atena transformara Aracne numa aranha

A partir desse momento,

Aracne e todas as suas inúmeras descendentes têm tecido bonitas teias

Podem ver-se em cantos onde o pó abunda ou a brilhar sob o orvalho matinal

Avaliação

Professor(a)

Nas perguntas 1

assinala com uma cruz a afirmação correcta

No primeiro parágrafo,

que tecia arduamente para que todas a admirassem

que era admirada por todos por ser muito habilidosa a tecer

que tecia tecidos maravilhosos porque era muito vaidosa

Um dia,

Aracne a

gabou-se de tecer melhor que a deusa Atena

chamou a deusa Atena para lhe mostrar o seu trabalho

chamou em voz alta por Atena para a desafiar a tecer melhor do que ela

A deusa Atena propôs uma competição entre as duas,

sabendo que o seu trabalho seria seguramente melhor

procurando disfarçar a irritação que a rapariga lhe provocou

No final da competição,

Atena rasgou a tapeçaria de Aracne a

porque estava pior do que a sua

° ano – Caderno do Professor

porque todos a consideraram mais bonita

“(…) tecerás para sempre,

e ninguém jamais quererá o que tu teceres

!” Como se concretizou esta sentença da deusa Atena

Indica,

cinco adjectivos que caracterizem psicologicamente Aracne

Esta história pretende

mostrar como os deuses são vingativos

mostrar que os vaidosos são castigados

Avaliação

Professor(a)

Teste de compreensão escrita 2 Ao conto que vais ler,

Lê-o em silêncio e realiza as actividades que se lhe seguem:

A GALINHA CINZENTA

António Torrado,

Da Rua do Ouvidor para a Rua do Contador,

Desabrochar,

° ano – Caderno do Professor

Era uma vez uma galinha cinzenta,

Estava sempre a remoer raivinhas e não se dava com da capoeira

Não suportava o peru,

Não suportava os ,

Não suportava as galinhas castanhas,

Um inferno de mau feitio esta galinha cinzenta

Por vontade dela o galinheiro bem podia ficar ou quase,

só com uma galinha cinzenta a comer o milho todo

Como sempre acontece aos invejosos,

Uma noite,

uma raposa de voz : – Então não está a dormir,

! – repontou a galinha cinzenta

umas palonças… Eu tenho lá amigas neste galinheiro

! Quem me dera que viesse um que as rapasse a todas

– Talvez eu possa fazer-lhe a vontade – sugeriu a raposa

– Para vê-la feliz e sem a má companhia das suas colegas,

eu sou capaz de todos os sacrifícios

Basta que a minha amiga abra uma da porta,

A galinha cinzenta a porta do galinheiro à raposa

A raposeca atarantou-se

que se preparava para uma razia,

deitou o dente ao pescoço do primeiro vulto de penas que apanhou,

Há casos e histórias que até parecem de propósito

Coloca as palavras retiradas do texto no seu respectivo lugar:

más-vontades amigas

Lê as afirmações seguintes e,

falsa (F) ou impossível de saber (IS)

V F IS a

A galinha cinzenta vivia numa capoeira com diferentes aves

Ela tinha mau feitio

As suas companheiras detestavam-na

A galinha cinzenta desejava mudar de galinheiro

Como não dormia,

pensava na maneira de ficar sozinha

Certa noite,

uma raposa meteu conversa com a galinha

A raposa ficou com pena da vida da galinha e quis ajudá-la

A pedido da raposa,

a galinha abriu a porta do galinheiro

A raposa entrou e acabou com o problema da galinha

Ao ouvir ladrar um cão,

a raposa pensou que ele a tinha visto entrar

Então fugiu com a galinha cinzenta

Corrige as afirmações falsas

° ano – Caderno do Professor

Esta ficou amiga da raposa por ela a ter tirado do galinheiro

Avaliação

Professor(a)

Teste de compreensão escrita 3 1

No conto seguinte assinalámos com quadrados ( apresentamos,

) os excertos que retirámos e que te

Faz uma primeira leitura silenciosa do texto e,

encaixa cada parte no respectivo lugar,

escrevendo a alínea correspondente dentro do

SÁBIOS COMO CAMELOS

° ano – Caderno do Professor

Há muitos anos viveu na Pérsia um grão-vizir ,

Sempre que tinha de viajar ele levava consigo quatrocentos camelos,

e treinados para caminhar em ordem alfabética

O primeiro camelo chamava-se Aba,

que atendia pelo nome de Zuzá

Era uma verdadeira biblioteca sobre patas

Quando lhe apetecia ler um livro o grão-vizir mandava parar a caravana e ia de camelo em camelo,

não descansando antes de encontrar o título certo

Um dia a caravana perdeu-se no deserto

Os quatrocentos camelos caminhavam em fila,

À frente da cáfila,

seguiam o grão-vizir e os seus ministros

Subitamente o céu escureceu,

As dunas moviam-se como se estivessem vivas

O vento,

O grão-vizir mandou que os camelos se juntassem todos,

Mas era demasiado tarde

O uivo do vento abafava as ordens

A areia entrava pela roupa,

Aquilo durou a tarde inteira

Veio a noite e quando o Sol nasceu o grão-vizir olhou em redor e não foi capaz de descobrir um único dos quatrocentos camelos

Pensou,

que talvez eles tivessem ficado enterrados na areia

Os camelos,

não tinham morrido

Presos uns aos outros por cordas,

e conduzidos por um jovem pastor,

haviam sido arrastados pela tempestade de areia até uma região remota do deserto

Por toda a parte era só areia,

À noite as estrelas quase se podiam tocar com os dedos

Ao fim de quinze dias,

vendo que os camelos iam morrer de fome,

o jovem pastor deu-lhes alguns livros a comer

Comeram primeiro os livros transportados por Aba,

todos os títulos começados pela letra A

No dia seguinte comeram os livros de Baal

Trezentos e noventa e oito dias depois,

quando tinham terminado de comer os livros de Zuzá,

viram avançar ao seu encontro um grupo de homens

Eram as tropas do grão-vizir

Conduzido à presença do grão-vizir o jovem guardador de camelos explicou-lhe,

Mas este não se comoveu: – Eras tu o responsável pelos livros – disse –,

por cada livro destruído passarás um dia na prisão

O guardador de camelos fez contas de cabeça,

e percebeu que seriam muitos dias

Cada camelo carregava quatrocentos livros,

então quatrocentos camelos transportavam cento e sessenta mil

! Cento e sessenta mil dias são quatrocentos e quarenta e quatro anos

Dois soldados amarraram-lhe os braços atrás das costas

Já se preparavam para o levar preso,

se adiantou uns passos e pediu licença para falar: – Não façais isso,

meu senhor – disse Aba dirigindo-se ao grão-vizir – esse homem salvou-nos a vida

O grão-vizir olhou para ele espantado: – Meu Deus

Explicou que,

os camelos haviam adquirido não apenas a capacidade de falar,

mas também o conhecimento que estava em cada livro

Lentamente enumerou de A a Z os títulos que ele,

Cada camelo conhecia de memória quatrocentos títulos: – Liberta esse homem – disse Aba –,

e sempre que assim o desejares nós viremos até ao vosso palácio para contar histórias

O grão-vizir concordou

Na Pérsia,

era habitual dizer-se de alguém que mostrasse grande inteligência: – Aquele homem é sábio como um camelo

José Eduardo Agualusa,

Estranhões e Bizarrocos,

Dom Quixote,

Não conseguia imaginar como seria a vida,

Regressou muito triste ao seu palácio

Quem lhe contaria histórias

° ano – Caderno do Professor

Muito antes disso morreria de velhice na cadeia

que é como se chama uma fila de camelos d

divertido com o incrédulo silêncio dos homens

– Os livros deram-nos a nós,

e um vento áspero começou a soprar de leste,

e as pessoas tinham de tapar os olhos para não ficarem cegas g

– nome dado naquela época aos chefes dos governos – h

Durante muito tempo caminharam sem rumo,

tentando encontrar uma referência qualquer,

que os voltasse a colocar no caminho certo

como um carreirinho de formigas j

Isto foi há muito tempo

Mas há quem diga que,

os camelos ainda conversam entre si

Pode ser

um camelo subia até ao seu quarto para lhe contar uma história

Avaliação

Professor(a)

Texto para pontuar

Lê a seguinte anedota e restabelece a pontuação,

os parágrafos e as maiúsculas:

Um homem passeia com uma foca pela rua e encontra um amigo que lhe pergunta o que andas a fazer com uma foca pelas ruas ofereceram-ma e não sei o que hei-de fazer com ela podes levá-la ao Jardim Zoológico sugeriu o amigo já a levei ao cinema e à Feira Popular mas não há nada que a divirta explicou o homem com um ar desanimado

° ano – Caderno do Professor fotocopiável

Avaliação

Professor(a)

Texto para pontuar

Lê a seguinte anedota e restabelece a pontuação,

os parágrafos e as maiúsculas:

° ano – Caderno do Professor

Uma camponesa mãe de um aluno foi à escola do filho e queixou-se ao professor o meu Pedrinho senhor professor não quer levar os bois a pastar e o que é que eu tenho a ver com isso espantou-se o professor sabe explicou a mãe é que o senhor professor ensinou-lhe o provérbio diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és

Avaliação

Professor(a)

Texto para pontuar

Lê a seguinte fábula de Esopo e restabelece a pontuação,

os parágrafos e as maiúsculas:

O CÃO VELHO E O SEU AMO Um cão muito velho tendo ido à caça deixou fugir da boca já sem dentes uma grande lebre por este motivo foi cruelmente vergastado pelo seu dono que no fim o afastou de si como se para nada prestasse o cão então disse-lhe devias lembrar-te meu amo que te servi muito bem enquanto fui novo apanhando imensas lebres agora sou velho e já sem forças e só por deixar fugir uma lebre tu bates-me violentamente achas isso justo esta fábula mostra-nos que quem serve pessoas ingratas arrisca-se a ser assim tratado

° ano – Caderno do Professor fotocopiável

Avaliação

Professor(a)

Texto para pontuar

Lê o seguinte conto popular e restabelece a pontuação,

os parágrafos e as maiúsculas:

O MOLEIRO

° ano – Caderno do Professor

Trabalhava no seu moinho um moleiro quando chegou o rei com a sua comitiva e lhe disse há dois dias que nos perdemos na floresta e estamos cheios de fome tens alguma coisa que nos sirvas tenho pão de cevada e mel ficaram todos muito contentes o moleiro foi buscar um tabuleiro de pão que rapidamente desapareceu então o rei ordenou traz o mel o mel comeram os senhores com o pão disse o moleiro o rei compreendeu a resposta não há melhor condimento que a fome até o pão de cevada sabe a mel

Avaliação

Professor(a)

Texto para resumir

Lê atentamente esta notícia

De seguida,

à frente de cada um dos parágrafos,

uma frase que sintetize o seu conteúdo

ITALIANO REFORMADO PROCURA FAMÍLIA “Professor reformado procura família que queira adoptar um avô

Dá-se recompensa

” O anúncio rezava mais ou menos assim e foi posto num dos jornais diários italianos com mais tiragem,

O apelo é de Giorgio Angelozzi,

e atingiu o coração de dezenas de famílias,

mostrando a sua disponibilidade para acolhê-lo

Angelozzi vive nas redondezas de Roma,

tendo por companhia sete gatos,

O resultado do anúncio surpreendeu-o

“Tantas famílias que me querem adoptar,

tantos que querem que eu ensine os seus filhos e os seus netos sobre Horácio e outros autores clássicos”,

Entre os que respontor de música popular italiana e antigo aluno de Angelozzi

O reformado,

que oferece 500 euros mensais a quem o acolher,

não esperava tanta receptividade,

contou ao Corriere della Sera,

Angelozzi lembrou ainda que muitos idosos têm o mesmo problema que ele e sofrem de solidão

Apesar de a Itália ser conhecida pelo importante papel da família,

à medida que os anos vão passando e com as alterações na vida familiar,

os mais velhos vão ficando esqueci-

° ano – Caderno do Professor

deram ao apelo está Antonello Venditti,

No Verão do ano passado,

02-09-2004

° ano – Caderno do Professor

as frases que escreveste para as linhas seguintes

Articula bem as frases entre si e evita repetições desnecessárias de palavras ou expressões

Faz a autocorrecção do teu resumo

O resumo – autocorrecção

Referi apenas as ideias ou factos principais do texto a resumir

Respeitei a ordem das ideias do texto original

Transformei o discurso directo em discurso indirecto

Evitei transcrições do texto dado

Usei palavras minhas,

Articulei bem os parágrafos e as frases

O texto resumido tem cerca de 1/3 do tamanho do texto original

PLIN6CP-02

Avaliação

Professor(a)

Texto para resumir

Lê atentamente este conto que dividimos em seis partes

De seguida,

sintetiza cada uma das partes,

de forma a obteres o resumo da história

SAPATOS PARA UM IMPERADOR Era uma vez um imperador muito jovem e vaidoso

Todos os seus caprichos eram satisfeitos porque ministros e cortesãos tinham medo de que ele se zangasse… Uma das suas vaidades era andar sempre vestido com grande luxo e elegância

E quanto a sapatos,

Mudava constantemente de sapatos,

E todos os dias queria novos pares de sapatos

E tinham de ser sempre diferentes,

Os sapateiros da Corte viam-se em aflições para satisfazer as exigências do imperador

Desesperados,

os sapateiros de todo o império reuniram-se para tentarem encontrar novas ideias que agradassem ao jovem imperador

Quando queixas e lamentos já não deixavam lugar para qualquer decisão,

elevou-se a voz de um jovem aprendiz:

O moço era desenvolto e risonho

devia andar pela mesma idade do imperador e parecia ser,

tão teimoso como ele

quando lhe perguntaram como pensava satisfazer os caprichos do seu senhor,

o rapaz recusou-se a responder de forma directa

Depois se verá o resultado

Durante três dias farei todos os sapatos que o nosso imperador quiser e depois

E logo dali o rapaz foi ao palácio oferecer-se ao imperador para lhe fabricar uns sapa-

° ano – Caderno do Professor

– Tenho uma solução para as nossas apoquentações

Eu resolvo o assunto

tos como ele nunca tinha visto

Na manhã çar os novos sapatos ao jovem imperador

seguinte ali estaria para ser ele próprio a cal-

° ano – Caderno do Professor fotocopiável

Assim aconteceu

Manhã cedo o aprendiz de sapateiro chegou ao palácio e disse que os sapatos que trazia eram só para serem usados no jardim e que por essa razão o imperador deveria calçá-los junto dos mais belos canteiros dos imperiais jardins

O jovem e vaidoso imperador quase que morria de curiosidade

Delicadamente,

o aprendiz pediu ao imperador que tapasse os olhos com um lenço e se deixasse conduzir para o local onde os sapatos lhe pareceriam mais belos

pegou-lhe na mão e encaminhou-o para o canteiro das rosas de toucar

Pararam e pouco depois o lenço foi retirado

Na verdade,

os pés do vaidoso jovem estavam cobertos das mais lindas flores misturadas e ligadas pela extraordinária habilidade do aprendiz

Mas o imperador já se queixava: – Não vou andar com estes sapatos no palácio

! É preciso que amanhã me tragas outro par diferente

E o rapaz respondeu,

Amanhã terá outro par tão lindo como este

No dia seguinte o rapaz voltou e disse que os novos sapatos eram só para usar na praia

Tornou a tapar os olhos do imperador com um lenço e levou-o para a beira do mar

Quando lhe retiraram o lenço,

o imperador viu que os seus pés estavam calçados com a mais leve espuma do mar

! – voltou a admirar-se o jovem perante o engenho de outro jovem

– Mas não posso levar os meus belos sapatos para o palácio

No terceiro dia o aprendiz conduziu o imperador ao longo de um areal

Impaciente,

este arrancou por suas mãos o lenço que não o deixava ver os novos sapatos

Ao caminhar ele tinha sentido os pés envolvidos por um material fino e tépido que lhe dava uma nova sensação de felicidade

! – repetia o jovem imperador admirando a fina camada de areia dourada que lhe cobria os pés

Divertido e feliz pegou na mão do sapateiro e arrastou-o

Os dois rapazes corriam pela praia levando nos pés os mais lindos sapatos de areia e mar

Natércia Rocha,

Contos de Agosto,

Desabrochar,

Avaliação

Professor(a)

Texto para resumir

Lê atentamente esta lenda

LENDA DAS AMENDOEIRAS DO ALGARVE

José António Gomes (sel

Fiz das Pernas Coração,

Caminho,

° ano – Caderno do Professor

Quando o Algarve pertencia aos Mouros,

há muito tempo – pois foi muito tempo antes do primeiro rei de Portugal –,

havia ali um rei mouro que desposara uma rapariga do Norte da Europa,

à qual davam o nome de Gilda

Era encantadora essa criatura,

a quem todos chamavam a “Bela do Norte”,

e por isso não admira que o rei,

tão bravo e audaz na guerra,

Apesar das festas que houve nessa ocasião,

uma tristeza mortal se apoderou de Gilda

Nem os mais ricos presentes do esposo faziam nascer um sorriso naqueles lábios agora descorados: a “Bela do Norte” tinha a nostalgia da sua terra

O rei conseguiu,

lhe confessasse que toda a sua tristeza era devida a não ver os campos cobertos de neve,

O grande temor de perder a esposa amada sugeriu então ao rei uma boa ideia

Deu ordem para que em todo o Algarve se fizessem grandes plantações de amendoeiras,

e no princípio da Primavera já elas estavam todas cobertas de flores

O bom rei,

antegozando a alegria que Gilda havia de sentir,

vinde comigo à varanda da torre mais alta do castelo e contemplareis um espectáculo encantador

! Logo que chegou ao alto da torre,

a rainha bateu palmas e soltou gritos de alegria ao ver todas as terras cobertas por um manto branco,

– Vede – disse-lhe o rei sorrindo – como Alá é amável convosco

Os vossos desejos estão cumpridos

! A rainha ficou tão contente que dentro em pouco estava completamente curada

Essa tristeza que a matava lentamente desapareceu,

e Gilda sentia-se alegre e satisfeita junto do rei que a adorava: é que ela via todos os anos,

as amendoeiras cobertas de lindas flores brancas,

e julgava os campos cobertos de neve,

Assim viveram por muitos anos,

a bela Gilda e o seu marido e senhor

Resume a lenda,

de acordo com o esquema seguinte: Situação inicial

Acção

Solução

° ano – Caderno do Professor

Problema

Situação final

Avaliação

Professor(a)

Texto para esquematizar

UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO

Natércia Rocha,

Contos de Agosto,

Desabrochar,

° ano – Caderno do Professor

Conheço um menino que gosta muito de animais

Gosta de gatos,

eu sei lá… Às vezes chego a pensar que ele gosta de todos os animais

Há tempos esse menino pediu ao pai para lhe dar um cão,

– A casa é pequena e o cão nem tinha espaço para se espreguiçar

Nem penses nisso

Como o menino é realmente muito amigo dos animais acabou por concordar

Pois claro,

o animal não podia ser feliz num quinto andar com elevador e vista para a janela do senhor da frente que não tem gato nem cão nem periquito

Mas o gostinho de ter um animal de estimação voltou com mais força e um dia chegou-se à mãe

Falou-lhe de um gato branco pequenino,

! – disse a mãe batendo as almofadas da cama

– Ficava logo a casa cheia de pêlos

A mãe batia nas almofadas ainda com mais força e o menino acabou por concordar

Mas num dia em que o pai lia serenamente o jornal,

o menino veio de mansinho e pediu: – Pai,

gostava tanto de ter um casal de periquitos

O jornal estremeceu,

A voz vinha do lado de lá

? Começavam para aí a nascer periquitos e era uma barulheira louca

! Dias depois teve uma ideia que lhe pareceu genial

ó mãe,

? Guardo no quarto numa caixa,

debaixo da cama e meto na algibeira e dou-lhe migalhas e

! Tenho horror a ratos brancos,

às risquinhas ou aos quadradinhos

Aqui em casa

! A voz trémula da mãe não deixava a menor esperança

O menino concordou

realmente um rato é um animal assustador,

E depois dão guinchos

Paciência,

! Foi em certo dia de calor que o menino percebeu que desta vez era um animal que procurava um dono de estimação

Coçou a perna direita e quase podia garantir que,

mesmo sem licença do pai ou da mãe,

já tinha ali um animalzito

Em voz baixa o menino falou ao bichinho: – A minha mãe não vai deixar que fiques aqui

Ela não gosta de bicharada

Completa o esquema: Pedidos do menino

à mãe

Até que um dia

Resume o texto no máximo de dez linhas,

° ano – Caderno do Professor

Por quem é “procurado” o menino

Avaliação

Professor(a)

Texto para esquematizar

ADEUS GASOLINA

° ano – Caderno do Professor

Era uma vez um país à beira-mar,

Rasgado por estradas,

cheio de automóveis por toda a parte

Os jardins tinham sido alcatroados para parques de estacionamento

As estátuas deitadas abaixo para erguer bombas de gasolina

Grandes petroleiros aportavam ao cais,

que grandes refinarias transformavam em gasóleo,

que por sua vez grandes autotanques levavam até às grandes estações de serviço

Os sapateiros remendões tinham deixado de trabalhar porque já ninguém se lembrava de andar a pé

Em vez de se gastarem solas,

Os meninos ficavam fechados em casa para não serem atropelados e,

brincavam com automóveis miniaturas

havia outros países com suas gentes

Aí estoiravam bombas no deserto escaldante,

furado de poços de onde saía o petróleo

Morriam homens por um palmo de terra ou por uma ideia

como a única riqueza que possuíam era o petróleo,

deixaram de o fornecer aos países inimigos

Os petroleiros então partiam e passavam a voltar vazios,

os autotanques paravam junto ao cais,

bichas enormes se formavam junto às bombas quase esgotadas

Passou-se a vender vinte litros,

até que acabou a última gota de gasolina

Então foi o pânico

Não havia sequer autocarros,

carros de bombeiros ou ambulâncias

Os soldados passaram a ir para a guerra a pé

Mas os generais e outros oficiais superiores requisitaram os cavalos brancos da Guarda Republicana

Os ministros conferenciaram pelo telefone e acharam por bem exigir os camelos do Jardim Zoológico

E o Presidente

? Como poderia ele fazer as suas deslocações patrióticas,

? Para o primeiro cidadão da nação,

o elefante que toca o sino no Jardim Zoológico

Era imponente e tinha a grande vantagem de ir recebendo moedas dos admiradores que se juntavam para o saudar

Aqueles senhores endinheirados que andavam a matar gente com carros de corrida compravam cavalos de puro sangue

Os homens da “Volta” pedalavam bicicletas

As famílias numerosas optaram pelas últimas carroças puxadas a mulas

As senhoras medrosas montavam vacas leiteiras

Alguns pais estremosos fizeram carrinhos puxados a cães para os meninos não faltarem às aulas

E o povo,

os antigos donos dos automóveis minis e dos modelos comprados a prestações ou em segunda mão

? Começaram a comprar burros,

tantos burros que em breve toda a cidade estava atulhada de burros,

embirrando que não queriam andar

Nas inúteis bombas de gasolina vendiam-se molhos de palha e braçados de erva

Já ninguém tinha os ouvidos martirizados pelas buzinas,

mas pela bela voz grave e sentimental dos burros a zurrar

E quando um condutor,

gritava para o outro – Saia da minha frente,

! – já ninguém se irritava,

pois pensava que o insulto era dirigido ao orelhudo bicho de quatro patas

Luísa Ducla Soares,

O Meio Galo,

Ministério da Educação e Investigação Científica – FAOJ,

Completa o esquema: Era uma vez um país Antes

Florestas,

° ano – Caderno do Professor

O que vem alterar a vida no país:

Consequências

Consequências

Símbolo do país

Símbolo do país

Redige o resumo do conto a partir do esquema

No final,

compara-o com o texto original

Avaliação

Professor(a)

Construção de texto

Lê o início e o fim de um conhecido conto popular

De seguida,

imagina e redige a parte retirada

OS TRÊS PEDIDOS Era um casal de velhos,

que discutiam por dá cá aquela palha

Uma vez,

e o velho disse: – Quem me dera,

uma fada das histórias de antigamente

Fazia-lhe só um pedido

– Dois – acrescentou a velha

° ano – Caderno do Professor fotocopiável

° ano – Caderno do Professor fotocopiável

Ditado o pedido em voz bem alta,

o chouriço caiu outra vez no prato

Não havia mais nada a fazer

Estavam esgotados os pedidos

Depois,

E não lhes soube nada mal

António Torrado,

Ouvir e Contar,

Campo das Letras Ed

Avaliação

Professor(a)

Construção de texto

esta banda desenhada “muda”

Distingue claramente as três partes assinaladas: introdução,

Introdução

° ano – Caderno do Professor

Desenvolvimento

° ano – Caderno do Professor fotocopiável

Conclusão

Sergio Aragonés,

Obras son Amores,

Planeta DeAgostini

SOLUÇÕES Pág

A CANETA ZITA 1

Texto para pontuar

Uma camponesa,

mãe de um aluno,

foi à escola do filho e queixou-se ao professor: – O meu Pedrinho,

não quer levar os bois a pastar

– E o que é que eu tenho a ver com isso

– Sabe – explicou a mãe –,

é que o senhor professor ensinou-lhe o provérbio “diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és”

14 Pág

Texto para pontuar

A HISTÓRIA

A deusa transformou Aracne numa aranha,

tece teias pelas quais ninguém se interessa

Hipóteses: habilidosa

Um cão muito velho,

já sem dentes,

Por este motivo,

foi cruelmente vergastado pelo seu dono que,

o afastou de si como se para nada prestasse

O cão,

disse-lhe: – Devias lembrar-te,

que te servi muito bem enquanto fui novo,

sou velho e já sem forças e,

só por deixar fugir uma lebre,

Achas isso justo

? Esta fábula mostra-nos que quem serve pessoas ingratas arrisca-se a ser assim tratado

A GALINHA CINZENTA 1

Palavras pela ordem em que devem ser colocadas no texto: invejosa • ninguém • patos • vazio • sofria • más-vontades • mansa • amigas • vendaval • nesga • abriu • cão

Texto para pontuar

Ordem pela qual os excertos retirados devem ser colocados no texto: g

Trabalhava no seu moinho um moleiro,

quando chegou o rei com a sua comitiva e lhe disse: – Há dois dias que nos perdemos na floresta e estamos cheios de fome

Tens alguma coisa que nos sirvas

? – Tenho pão de cevada e mel

Ficaram todos muito contentes

O moleiro foi buscar um tabuleiro de pão,

Então,

! – O mel comeram os senhores com o pão – disse o moleiro

O rei compreendeu a resposta: não há melhor condimento que a fome – até o pão de cevada sabe a mel

16 e 17

Texto para pontuar

ITALIANO REFORMADO…

F [Ela desejava é que as outras aves saíssem do galinheiro

F [A raposa pretendia era convencê-la a abrir-lhe a porta do galinheiro

F [A raposa acabou com a galinha

F [A galinha foi comida pela raposa

10 e 11

SÁBIOS

COMO CAMELOS

Um homem passeia com uma foca pela rua e encontra um amigo que lhe pergunta: – O que andas a fazer com uma foca pelas ruas

? – Ofereceram-ma e não sei o que hei-de fazer com ela

– Podes levá-la ao Jardim Zoológico – sugeriu o amigo

– Já a levei ao cinema e à Feira Popular,

mas não há nada que a divirta

!… – explicou o homem com um ar desanimado

Exemplo: 1

° § – Um jornal italiano publicou um anúncio de um professor reformado que pretendia ser acolhido por uma família

° § – O seu autor – Giorgio Angelozzi,

de 79 anos – recebeu dezenas de propostas

° § – O reformado,

ficou surpreendido com tantas respostas,

entre as quais a de um cantor,

° § – O professor oferece 500 euros por mês à família com quem for viver

Ele chamou a atenção para o facto de muitos idosos estarem na sua situação

° § – Com efeito,

os mais velhos vão sendo cada vez mais esquecidos,

como o provam os 4175 idosos mortos pelo calor no Verão de 2003

PARA UM IMPERADOR

Um resumo possível em seis parágrafos: Havia um imperador muito vaidoso,

que gostava particularmente de sapatos,

exigindo permanentemente novos modelos

Os sapateiros do reino estavam aflitos,

mas um aprendiz ainda jovem prometeu resolver o problema

Dirigiu-se ao palácio e combinou com o imperador aparecer no dia seguinte com uns sapatos diferentes

Na manhã seguinte,

o jovem sapateiro explicou que fizera uns sapatos para serem usados no jardim e conduziu o imperador de olhos vendados até um canteiro de rosas

Quando ele olhou para os pés,

pensou que as rosas que os cobriam eram uns belos sapatos

No dia seguinte,

o sapateiro anunciou que fizera uns sapatos para a praia e conduziu o imperador à beira-mar

Mais uma vez,

o imperador ficou maravilhado com os seus sapatos,

que mais não eram do que a espuma do mar,

No terceiro dia,

o imperador foi conduzido a uma praia

E de tal maneira gostou do que viu e sentiu nos pés que correu,

20 e 21

DAS AMENDOEIRAS DO

24 e 25

18 e 19

SAPATOS

a resposta dos pais foi sempre negativa

Até que um dia,

o menino sentiu um animal na sua perna direita: era uma pulga

Desta vez,

quem não quis ficar com o animal foi o menino

ALGARVE

Situação inicial: Na época em que o Algarve pertencia

uma bela rapariga do Norte da Europa

Problema: Porém,

a rainha sentia-se profundamente

com saudades da neve que costumava ver na sua terra

Acção: Então,

o rei mandou plantar amendoeiras em

quando elas já estavam floridas,

levou a sua amada a vê-las do alto de uma torre

Solução: A tristeza da rainha acabou,

pois pensava ser neve aquilo que via

Situação final: Desde então,

Gilda e o rei mouro viveram completamente felizes

22 e 23

UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO Proposta de resumo a partir do esquema: Um menino que adorava animais pediu,

vários animais: um cão,

um casal de periquitos e um ratinho branco

Alegando diferentes

GASOLINA

Antes: Florestas,

parques de estacionamento e bombas de gasolina

autotanques e estações de serviço

Consequências: Acabaram os sapateiros,

Símbolo do país: Automóvel

O que vem alterar a vida no país: Os países que tinham

petróleo deixaram de o fornecer

Depois: Acabou a gasolina

Toda a gente passou a

andar a pé ou arranjou um animal como transporte

O povo começou a comprar burros e a cidade ficou cheia destes animais

Consequências: Nas bombas vendia-se palha e erva

o ruído das buzinas foi substituído pelo zurrar dos burros

os insultos entre condutores já não provocavam irritação

Símbolo do país: Burro

26 e 27

OS TRÊS PEDIDOS Parte retirada do conto: E não é que a tal fada logo ali lhes apareceu

? Os velhos ficaram maravilhados

Então a fada explicou-se: – Venho para corresponder aos vossos pedidos

Mas só três

Nem mais um

E desapareceu

Os velhos puseram-se a discutir o que haviam de encomendar à fada

Riqueza

? Não havia meio de atinarem com o que realmente queriam

Até que a velha,

se saiu com esta: – O que me apetecia era um belo chouriço assado

Logo lhe caiu,

não se sabe de onde,

Zangou-se o velho: – Mulher desnaturada,

então tu foste desperdiçar um pedido,

? Era bem feito que te ficasse pendurado no nariz

O chouriço saltou-lhe do prato e pendurou-se na ponta do nariz da mulher

Os velhos tornaram a barafustar um contra o outro,

mas não havia remédio senão utilizar o terceiro pedido

– Mal empregado – resmungava o velho

– Preferes que eu continue assim,

por causa do chouriço pendurado no nariz