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Cabeamento-Estruturado-da-Teoria-a-Pratica-2ª-Ed-2014.pdf

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Description

CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

ADEMAR FELIPE FEY RAUL RICARDO GAUER

CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA 2ª edição Caxias do Sul Ademar Felipe Fey 2014 Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

Direitos Reservados

CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

Resumo:

O cabeamento estruturado surgiu da necessidade de padronizar e organizar as instalações das redes de computadores locais emergentes no final dos anos 1980

De lá para cá,

cada vez mais a infraestrutura física dos sistemas de telecomunicações foi se tornando importante componente empresarial

Nenhuma organização sobrevive,

no mundo digital competitivo da atualidade,

se a rede local sofrer panes constantes por falha no cabeamento físico

O cabeamento estruturado pode ser considerado o suporte tecnológico da empresa conectada da era Internet

O conhecimento teórico do sistema de cabeamento,

dos meios físicos e das normas utilizadas no cabeamento estruturado deve se reverter em aspectos práticos da instalação,

manutenção e gerenciamento dessa estrutura física

Este livro pretende dar uma visão geral do cabeamento estruturado

Ele foi concebido para auxiliar iniciantes e profissionais da área de cabeamento,

além do pessoal de Tecnologia de Informação em geral,

sem entrar em detalhes técnicos que dizem respeito aos engenheiros de telecomunicações

Para transpor da teoria para a prática,

o livro exemplifica com um projeto prático os ensinamentos teóricos abordados

Ademar Felipe

Raul Ricardo

Cabeamento Estruturado: da teoria à prática / Ademar Felipe Fey

Caxias do Sul: 2014 ISBN 978-85-916931-7-7

© Ademar Felipe Fey Todos os direitos reservados

Proibida a reprodução parcial ou total sem autorização por escrito do autor

Nota: apesar dos cuidados e revisões,

podem ocorrer erros de digitação,

ortográficos e dúvidas conceituais

Em qualquer hipótese,

solicitamos a comunicação para o email [email protected],

para que possamos esclarecer ou encaminhar a questão

Nem o editor nem o autor assumem qualquer responsabilidade por eventuais danos ou perdas a pessoas ou bens,

originados do uso desta publicação

Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

Direitos Reservados

CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

APRESENTAÇÃO Este livro foi criado com o objetivo de auxiliar o leitor no aprendizado do que é o cabeamento estruturado,

Em 2010,

o editor (e coautor) foi surpreendido pela convocação de se tornar o professor da disciplina de Cabeamento Estruturado numa faculdade tecnológica,

pela sua experiência profissional anterior em telecomunicações

O desafio foi muito grande,

pois apesar de longa experiência em instalação e testes de aceitação de sistemas de telecomunicações,

não se conhecia maiores detalhes do cabeamento estruturado em si

Também em 2010,

os autores criaram um curso on-line para o Cabeamento Estruturado

O curso surgiu de um trabalho realizado num curso CCNA por parte de um dos autores,

recebedor do título de melhor trabalho apresentado

A partir dos desafios das duas atividades citadas,

procurou-se montar um acervo teórico e prático sobre o tema Cabeamento Estruturado

O material que compõe este livro foi construído pelas pesquisas em sala de aula,

pesquisas no escritório para tentar sanar as dúvidas do professor e dos alunos

Várias obras,

catálogos e web sites de fornecedores de cabeamento e de equipamentos foram consultados

As normas quase sempre foram estudadas à luz de artigos originados por esses fabricantes e profissionais da área de cabeamento estruturado

No final desses estudos,

resolvemos revisar todo o material e disponibilizá-lo na forma de livro eletrônico

A maior parte da infraestrutura básica de uma organização atual,

no contexto de um mundo conectado,

se baseia no cabeamento estruturado

O sucesso nos processos de negócios empresariais depende de um bom projeto,

instalação e manutenção dessa infraestrutura básica

O livro pretende fornecer uma visão geral do cabeamento estruturado para o leitor,

sem entrar nos detalhes estritamente técnicos,

os quais seriam mais dedicados a um livro de engenharia elétrica ou de telecomunicações

Nós sabemos que muitos técnicos que trabalham com o cabeamento estruturado não têm um embasamento teórico dessa área,

estudar também os fundamentos de telecomunicações e de redes de computadores

Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

Direitos Reservados

CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

Dessa forma,

este livro pretende auxiliar esses profissionais,

para que passem a entender onde se situa o cabeamento estruturado e as áreas afins para as quais o cabeamento acaba prestando serviços

Sugestões,

críticas e pedidos de informações podem ser enviados para o e-mail [email protected]

Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

Direitos Reservados

CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

Notas da Segunda Edição Devido a natureza dinâmica da área de Cabeamento Estruturado foi necessário uma revisão geral no texto da Primeira Edição,

resultando em correções e atualizações gerais do presente livro

A revisão tornou a obra ainda mais consistente e com informações ainda mais confiáveis,

Esperamos que esta Segunda Edição continue sendo bastante útil para o leitor,

seja ele estudante ou profissional da área

Solicitamos a gentileza de o leitor encaminhar dúvidas ou apontamentos para o email [email protected]

Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

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CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

AVISOS É possível que algumas referências tenham sido omitidas,

pois alguns textos impressos que foram traduzidos não continham os dados dos autores originais

Além disso,

devido à natureza dinâmica da Internet,

alguns links a outros textos traduzidos podem ter sido perdidos ou desatualizados

Para algumas referências utilizadas,

tentou-se entrar em contato com o autor do texto ou figura,

Optou-se pela utilização do recurso,

com a devida citação do autor do mesmo

Esta publicação pode conter imprecisões ortográficas e técnicas ou erros tipográficos

Periodicamente são feitas alterações nas informações aqui contidas

essas alterações serão incorporadas em novas edições da publicação

Os autores podem fazer melhorias e/ou alterações nesta publicação a qualquer momento sem aviso prévio

As informações contidas nesta publicação são de caráter informativo e introdutório,

sendo da responsabilidade do leitor buscar aprofundamento no assunto se desejar aplicar os conhecimentos descritos nesta publicação numa situação prática,

na área de sua atuação profissional

A reprodução parcial ou completa é proibida sem autorização escrita dos autores

Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

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CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Para atingir o objetivo proposto,

de apresentar o sistema do cabeamento estruturado e analisar tanto aspectos teóricos quanto práticos,

a obra foi esquematizada como descrevemos a seguir

No Capítulo 1 explicamos a motivação para o surgimento do cabeamento estruturado,

No Capítulo 2 realizamos uma introdução às redes locais de computadores,

pois é nela que o cabeamento estruturado é implantado

No capítulo 3 abordamos os principais meios físicos utilizados no cabeamento estruturado

Esses meios físicos compõe o cerne do cabeamento estruturado e o profissional da área deve conhecê-los em maiores detalhes possível

No capítulo 4 analisamos as principais normas do cabeamento estruturado,

com destaque para as normas americanas (EIA/TIA/ANSI),

para a ISO e para a norma brasileira de cabeamento estruturado (ABNT/NBR)

No capítulo 5 tratamos da certificação em cabeamento estruturado

A certificação é a garantia de que a instalação e o projeto do cabeamento estruturado estão dentro das normas do setor

No capítulo 6 realizamos uma introdução à norma ANSI 607,

devido à importância do assunto aterramento nos sistemas de telecomunicações e aos projetos atuais que exigem cada vez mais cabos blindados devidamente aterrados,

em face das velocidades cada vez maiores dos links internos na rede local da s'empresas

No capítulo 7 analisamos a implementação de um projeto de Cabeamento Estruturado e os detalhes que cercam a sua estruturação,

Procuramos apresentar um projeto mais completo possível

Esperamos que o livro contribua para a formação dos profissionais da área de cabeamento estruturado e que o leitor tenha uma boa leitura e um bom aprendizado

Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

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CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

CONVENÇÕES UTILIZADAS NESTE LIVRO •

Em algumas palavras-chave ou termos chaves usamos e abusamos de artifícios gráficos,

no intuito de chamar a atenção dos leitores

Pedimos desculpas se eles ferem algumas regras ortográficas

O plural de algumas palavras estrangeiras foi feito utilizando a letra “s” logo após essas palavras (como exemplo,

a palavra Bits ou a palavra Hosts),

As citações estão no texto com números sobrescritos que remetem à obra citada nas referências bibliográficas (exemplificando: conceito11,

onde o “11” é o número da referência)

Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

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CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

SUMÁRIO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO AO CABEAMENTO ESTRUTURADO

1 Ethernet

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Mídia para o padrão Ethernet

5 Pontes

6 Switches

3 Internet

4 Intranet

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2 Ruído

Área de trabalho (Work Area)

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6 Etiqueta

7 Registro

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5 Tomadas

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Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

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CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO AO CABEAMENTO ESTRUTURADO INTRODUÇÃO Neste capítulo iremos estudar o histórico do surgimento do cabeamento estruturado,

as motivações para seu uso e algumas entidades de normatização

O Cabeamento Estruturado tem por função estabelecer uma instalação padronizada,

com vida útil de mais ou menos dez anos e que possa se adaptar a alterações de layout na empresa,

sem que se tenha de lançar mão de novas instalações de cabeamento

Isso tudo levando em conta uma economia de investimento,

O sistema de cabeamento estruturado se divide em seis subsistemas: • • •

Entrada de Facilidades (Entrance Facilities) é o local físico no prédio que interfaceia com o mundo externo

Sala de Equipamentos (Equipment Room) hospeda os equipamentos de telecomunicações que servem todos os usuários dentro do prédio

Cabeamento Vertical (Backbone ou Backbone Cabling) conecta os subsistemas de Entrada de Facilidades,

Sala de Equipamentos e Salas de Telecomunicações entre si

Salas de Telecomunicações (Telecommunications Rooms) hospedam os equipamentos de telecomunicações que interligam o subsistema do Cabeamento Vertical (backbone) com o subsistema de Cabeamento Horizontal

Nelas também estão alocados equipamentos de interconexão que se interligam ao cabeamento horizontal

Também chamado de Armários de Telecomunicações

Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) conecta as salas de Telecomunicações a uma tomada de telecomunicação individual numa área de trabalho num andar do prédio

Área de Trabalho (Work Area Components) conecta os equipamentos do usuário final até as tomadas do sistema de cabeamento horizontal

Mais recentemente,

o subsistema chamado de Administração foi adicionado aos demais subsistemas,

sendo que o mesmo se encarrega da documentação e identificação do cabeamento estruturado,

totalizando dessa forma sete subsistemas

Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

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CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

O cabeamento é muito importante se você deseja uma rede trabalhando adequadamente,

com o mínimo de problemas e mínima perda de largura de banda

Existem certas regras que nunca devem ser quebradas quando você está tentando projetar uma rede de computadores – de outra maneira você deverá ter problemas quando tentar se comunicar

Nós temos visto redes que sofrem enormes problemas porque o projeto inicial da rede não foi feito adequadamente

Num futuro próximo,

o cabeamento poderá perder sua força no mercado,

pois a comunicação wireless parece estar ganhando terreno,

Embora essa tendência no mercado,

o fato é que atualmente ao redor de 95% das instalações das redes de computadores se baseiam no cabeamento físico

Também a cada dia se lançam novas normas ou alterações das normas vigentes,

demonstrando a força que o Cabeamento Estruturado alcançou no mercado internacional

As técnicas usadas para a comunicação humana representam bem essa afirmação

O ser humano utilizou a fumaça,

o mensageiro (pombo e correio a cavalo),

Tudo isso levou séculos para se desenvolver

Um dos primeiros sistemas de comunicação à distância foi utilizado em Paris no ano de 1794

Foi o chamado Telégrafo Óptico de Claude Chappe

Operadores em torres de comunicações distantes entre si por alguns quilômetros passavam mensagens codificadas em um alfabeto visual,

Nós tendemos a pensar em comunicação digital como uma ideia recente,

mas em 1844 um homem chamado Samuel Morse enviou uma mensagem a quase 90 km de distância,

Isso pode parecer um conceito distante das redes de computadores de hoje,

mas o princípio básico permanece o mesmo: um sinal elétrico codificado é enviado entre dois pontos de comunicação,

O Telégrafo elétrico utiliza o chamado Código Morse,

o qual é um tipo de código de sistema binário que usa pontos e hífens em sucessões diferentes para representar letras e números,

Modernas redes de dados usam 1s e 0s para alcançar o mesmo resultado

A grande diferença é que,

enquanto os operadores do telégrafo do Século XIX pudessem talvez transmitir 2 ou 3 pontos e hífens por segundo,

os computadores se comunicam agora a velocidades de 1 Giga bits por segundo,

Na Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

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CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

essa velocidade é superada em ambientes de modernas redes de computadores

Não muito tempo depois do Telégrafo de Morse ter sido desenvolvido,

um inventor francês chamado Emile Baudot desenvolveu uma máquina de telégrafo por impressão (que viria ser chamada posteriormente de teletipo ou telex),

a qual usava um teclado do estilo de máquina de escrever,

permitindo virtualmente qualquer pessoa enviar e receber mensagens de texto

Baudot usou um tipo diferente de código para o sistema dele,

porque o código Morse não permitia a automatização,

devido ao comprimento desigual da quantidade de bits requeridos para cada letra ou número

Como Baudot usou um código de cinco bits para representar cada caráter,

isso normalmente permitiria apenas 32 possíveis combinações (00000 a 11111 = 32)

Claramente isso não era suficiente para 26 letras e 10 dígitos usados normalmente pelo alfabeto e sistema numérico decimal,

mas ele solucionou este problema usando dois "caracteres de mudança” (shift) que permitia a troca de caractere para figuras e letras,

os quais executaram o mesmo tipo de função como uma chave de troca de letras numa máquina de escrever (shift)

Agora ele obtinha 62 combinações para letras,

figuras e caracteres de pontuação

Naquela época,

depois da invenção de Emile Baudot,

a velocidade de comunicações das interfaces seriais era medida em taxa de bauds

Foram feitas melhorias na máquina de Baudot por um inventor inglês chamado Donald Murray

Murray vendeu os direitos da máquina dele para a Western Union que gradualmente substituiu todos os seus telégrafos Morse pelo novo “teletipo”

Apesar do seu longo sucesso,

o código Baudot de cinco bits só podia usar letras 'maiúsculas',

assim ele teve que ser substituído por algo que permitia usar mais caracteres alfanuméricos

Em 1966,

um grupo de companhias americanas de comunicações conseguiu inventar conjuntamente um novo código,

os quais poderiam representar 128 caracteres

Esse código ficou conhecido como American Standard Code for Information Interchange (Código de Padrão Americano para Troca de Informação) ou código ASCII

O código ASCII foi aceito imediatamente por quase todos os fabricantes de computadores do mundo e pelas companhias de comunicações,

a qual decidiu criar o seu próprio padrão

A versão do código da IBM é o chamado Extended Binary Coded Decimal Interchange Code (Código Estendido de Intercâmbio de Decimal Codificado em Binário) ou EBCDIC,

o qual usa 8 bits e pode representar 256 caracteres

Apesar do uso dele em computadores de médio e grande porte (mainframe) da IBM,

ele nunca teve êxito realmente,

Para não ficar fora completamente do mercado de terminais,

mas estendeu-o usando um Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

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oitavo bit para que assim pudesse representar 256 caracteres

Eles chamaram esse novo código como sendo 'ASCII Estendido'

Embora o telégrafo e o aparelho de telex tenham sido os precursores das comunicações de dados,

só nos últimos 30 a 40 anos é que coisas realmente começaram a acelerar

Como a necessidade para a comunicação entre computadores tem exigido velocidades crescentes,

tem-se demandado o desenvolvimento de equipamentos de interconexão de redes cada vez mais rápidos,

incluindo nisso o cabeamento e equipamentos de hardware de conexão (interfaces)

fabricados por companhias como a IBM,

Sperry,

Univac e Burroughs

Cada fabricante tinha cabos especificamente projetados para seu computador e periféricos,

a IBM Bus & Tag (usado no IBM 360 System)

As coisas não mudaram muito até a chegada das Redes de Áreas Locais (LANs) que estavam sendo definidas por acordos de padrões abertos nos anos 1980

Pela primeira vez,

poderia ser esperado que equipamentos de comunicação de dados de fabricantes diferentes iriam se comunicar entre si

A primeira LAN a ser aceita universalmente foi a do padrão Ethernet

O padrão Ethernet foi desenvolvido no meio da década de 1970 pela Xerox Corporation,

no Palo Alto Research Centre (PARC),

e em 1979 a DEC e a Intel uniram forças com a Xerox para unificar o sistema Ethernet para todo o mundo usar

A primeira especificação publicada pelas três companhias,

chamada de “o Livro Azul Ethernet”,

O padrão Ethenet também ficou conhecido como o 'padrão DIX',

composto pelas iniciais das três empresas

Esse padrão foi um sistema de velocidade inicial de 10 Megabits por segundo (10 Mbps,

= 10 milhões de 1s e 0s por segundo) e usava um cabo coaxial grosso como backbone,

o qual era instalado ao longo do edifício,

com cabos coaxiais menores instalados em intervalos de 2,5 metros para conectar as estações de trabalho

O cabo coaxial grosso,

foi conhecido como 'Thick Ethernet' e o sistema foi chamado de 10Base5,

sendo que o 10 refere-se à velocidade (10Mbps),

o 'Base' porque é um sistema de banda básica (a banda básica usa toda a largura da banda para cada transmissão,

ao invés de banda larga que divide a largura da banda em canais separados para usar simultaneamente),

e o 5 é uma abreviatura para o máximo comprimento do cabo do sistema,

Essa rede trabalha numa topologia onde o barramento do cabo coaxial Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

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grosso de 50 ohms é compartilhado com todos os computadores que fazem parte da mesma

O Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE)

depois do IEEE se tornar responsável pelo seu desenvolvimento

Em 1985 a versão 2 (IEEE 802

Essa segunda versão é geralmente conhecida como o 'Thin Ethernet' ou 10Base2,

neste caso o comprimento máximo do cabo é de 185 m,

embora o ‘2' sugere que deveria ter 200 m

Essa rede também era chamada de “cheapnet” (rede barata) e mantinha a característica de barramento compartilhado com todas as máquinas pertencentes à rede

O cabo coaxial utilizado no backbone era de um diâmetro menor do que no padrão anterior (por isso chamado de Thinnet – cabo fino)

Em 1984 a IBM introduziu o sistema Token Ring (rede em anel),

o qual podia transmitir dados a 4 Mbps,

sendo que esse sistema usava um cabo preto grosso de 2 pares de fio de cobre blindados com 4 conectores largos de 4 polos

O conector de dados da IBM,

era uma obra-prima de engenharia

Em vez de conectores e tomadas macho e fêmea normal,

o conector de dados foi projetado para se acoplar em si mesmo

Embora o sistema de Cabeamento IBM naqueles dias fosse de uma qualidade muito alta e com mídia de comunicação de dados robusta,

perdeu espaço em muitos clientes

Isso estava ligado,

devido a seu grande tamanho e preço,

e em parte porque só tinha 4 fios e então não era tão versátil quanto um cabo UTP (cabo de pares de fio de cobre trançado) de 8 fios já utilizado na época

Essa rede da IBM pode ser considerada como a que introduziu o conceito de cabeamento estruturado,

por meio de um conjunto comum de cabos e conectores,

que eram instalados onde quer que fosse presumido que as pessoas poderiam estar trabalhando em algum momento no futuro

Isso também foi chamado de cabeamento por inundação (cabeamento por toda a área do prédio comercial),

utilizando o mesmo conceito das extensões de linhas telefônicas comuns

Antes disso,

os cabos que uniam mainframes a periféricos só eram instalados quando necessário

Isso fazia com que as ampliações e mudanças se tornassem muito caras

O sistema de cabeamento IBM era baseado em um cabo de dois pares de fios de cobre blindados de 150 ohms,

com um conector universal dedicado

Esse produto foi projetado para o desenvolvimento do sistema de LAN Token Ring da IBM de 4 Mbps,

que se pretendia que operasse sobre um sistema de cabeamento estruturado da IBM

Existem alguns relatos de que o cabo denominado de categoria Tipo 1 (CAT 1) foi testado originalmente a 300 MHz,

embora só fosse categorizado como um cabo de 20 MHz para Token Ring,

e a versão desse cabo mais nova,

denominada Cabo Tipo 1A foi testada,

a 600 MHz e categorizado como um cabo de 100 MHz

Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

Direitos Reservados

CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

No final dos anos 1980,

a AT&T (empresa originalmente criada por Bell – o inventor do telefone) introduziu um sistema de cabeamento estruturado baseado em um padrão de componentes de telefonia americano,

usando um cabo de 4 pares de cobre não blindados,

um sistema de conexão cruzada baseado no bloco de conexão de engate rápido,

conhecido por sua denominação do padrão USOC (Uniform Service Order Codes),

Este conector se tornou a base da maioria dos sistemas de cabeamento estruturado disponíveis hoje em dia

Havia muitos outros tipos de redes sendo oferecidas naquele momento,

as quais usavam tipos diferentes de cabos e conectores,

logo ficou claro que um padrão de cabeamento em telecomunicações era necessário

Em 1985,

a Computer Communications Industry Association (CCIA)

Em essência,

esse padrão seria um sistema de cabeamento a ser adotado em todos os sistemas de interconexão de redes atuais e futuros,

a partir de uma topologia comum,

que usasse tanto mídias comuns como conectores comuns

Por volta de 1987,

vários fabricantes tinham desenvolvido equipamentos Ethernet que poderia utilizar o cabo de par de fios de cobre trançados

Até o final dos anos 1980,

os sistemas de cabeamento eram ainda designados por fabricantes específicos,

com padrões também específicos,

sendo o padrão Ethernet de redes locais ainda baseado em cabos coaxiais

Foi a partir de 1990 que as entidades de padronização começaram a publicar padrões para o mundo do cabeamento estruturado em rápida expansão e crescimento

Como exemplo,

podemos citar que em 1990 o IEEE liberou o padrão Ethernet 802

Com a chegada do padrão 10BaseT,

por meio do qual a Ethernet podia rodar então num cabo de 4 pares de fios de cobre de 100 ohms,

o padrão de fato começou a acontecer

O mercado realmente se ampliou nesta fase,

com muitos concorrentes novos que entraram em cena

Porém,

com muitos padrões proprietários diferentes do cabo para a Ethernet 10BaseT,

os clientes dos fabricantes de cabos estavam se tornando muito confusos,

devido às propagandas dos competidores e demais fabricantes de cabeamento,

cada qual reivindicando melhor desempenho de seu padrão de cabeamento

A empresa Anixter introduziu um conceito para classificar os cabos em níveis de qualidade,

como uma ajuda para compra e venda de sistemas de cabeamento

Nessa categorização de cabos da Anixter,

o nível 1 era Ademar Felipe Fey e Raul Ricardo Gauer

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CABEAMENTO ESTRUTURADO: DA TEORIA À PRÁTICA

um cabo de telefonia básico e o nível 3 era a melhor classificação de cabos para 16 MHz,

O ANSI,

o Instituto de Padrões Nacional Americano,

solicitou à Associação de Indústria de Telecomunicações,

e à Aliança de Indústrias Eletrônicas,

para redigir padrões nacionais

A TIA mudou a classificação dos cabos baseadas nos Níveis da Anixter,

Isso foi seguido de perto pela Categoria 4,

quando a IBM declarou que eles precisavam de uma largura da banda de 20 MHz para a sua nova rede LAN Token Ring de 16 Mbps

Em 1991,

junto com a Associação de Indústria de Telecomunicações (TIA),

publicaram o primeiro padrão de cabeamento de telecomunicações chamado de EIA/TIA 568,

o sistema de cabeamento estruturado nasceu

A ISO (Organization for International Standards),

Organização para Padrões Internacionais produziu a ISO 11801 e a CENELEC (empresa de certificação europeia) produziu o padrão EN 50173 para a União Europeia

Esses padrões estavam baseados no cabo de pares chamado de Unshielded Twisted (UTP),

Categoria 3,

por um Boletim de Sistemas Técnico (TSB-36) que especificou graus mais altos de qualidade para os cabos UTP,

chamados de Categoria 4 e 5 (CAT 4 & CAT 5)

A CAT 4 especificava taxas de dados de até 20 MHz e a CAT 5 de até 100 MHz,

o que deve ter parecido na ocasião como uma ampla largura da banda para desenvolvimento futuro,

mais de vinte e dois anos depois,

devido aos seus limites em lidar com novas tecnologias de interconexão de redes

Como citado,

a Categoria 4 teve um tempo de vida de funcionamento de menos que um ano,